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A invasão do Sonho

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A INVASÃO DO SONHO Você sabia que essa noite Eu sonhei com você? Deixa eu lhe dizer. O sonho foi tão bom Que o som que soava E o cheiro que exalava Fazia o meu coração Mudar de tom, Acelerado de prazer. Ah, deixa para lá, Não quero me aprofundar. Quero apenas lhe dizer Das próximas vezes Que você aparecer Nos meus sonhos, Me faz um favor: Coloque a roupa, Não venha despida Esse momento marcasse A minha vida. Você me deixou sem eixo, Fiquei de queixo caído, De coração envolvido. Pra piorar a situação, Chegasse de mansinho, Falando em meu ouvido Palavras doces de carinho Ao meu coração. Então, com toda sinceridade, Plantasse em meu peito Um jardim de saudade. Francisco Silva 03/01/2026 #poetafranciscosilva #poemaautoral #poesia
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MINHA CIDADE É FAGUNDES Minha maior felicidade É ser filho do chão Que respira poesia Do litoral, Agreste ao sertão Vivem Todos com alegria E amor no coração. Temos garra na cultura Prosa, forró, cantoria Viva o nosso criador Viva a nossa poesia Mesmo diante à tristeza Vivemos com alegria. Minha cidade é Fagundes Terra do índio guerreiro Do caboclo vaqueiro Do santo casamenteiro Da mulher poetisa E do povo hospitaleiro. Sou cidadão brasileiro Guiado por Deus soberano Nascido no pé da serra bodopiá Onde planejei os meus planos Meu nome é Francisco Silva Poeta paraibano.

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Um pedaço da Paraíba no Rio

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Um pedaço da Paraíba no Rio Amanda Moura Paulo Nicolella Francisco da Silva, de 43 anos, zelador do prédio Portal da Barra, no Jardim Oceânico, saiu há 24 anos da pequena Fagundes, cidade paraibana com cerca de 12 mil habitantes, e veio para o Rio de Janeiro atrás do sonho de grande parte dos nordestinos: fazer a vida no Sudeste. Apesar das dificuldades, não desanimou. E decidiu criar o Projeto Ação Solidária por Amor à Paraíba (PASParaíba), que busca manter os laços dos seus conterrâneos com a região, melhorar a imagem do Nordeste e organizar ações em prol da natureza como o Arrastão Solidário da Limpeza e da Preservação do Meio Ambiente, que ocorreu no fim de abril. O evento, na Praia da Barra, mobilizou 45 voluntários, que recolheram resíduos para serem reciclados. O GLOBO-Barra: Por que você se mudou para o Rio? Francisco da Silva: Eu me mudei em 1987, porque na minha cidade não tinha recursos nem para estudar. E quase todo jovem nordestino quer migrar para o Sudeste. Vi amigos tom...

Um pedaço da Paraíba no Rio

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Um pedaço da Paraíba no Rio Amanda Moura Paulo Nicolella Francisco da Silva, de 43 anos, zelador do prédio Portal da Barra, no Jardim Oceânico, saiu há 24 anos da pequena Fagundes, cidade paraibana com cerca de 12 mil habitantes, e veio para o Rio de Janeiro atrás do sonho de grande parte dos nordestinos: fazer a vida no Sudeste. Apesar das dificuldades, não desanimou. E decidiu criar o Projeto Ação Solidária por Amor à Paraíba (PASParaíba), que busca manter os laços dos seus conterrâneos com a região, melhorar a imagem do Nordeste e organizar ações em prol da natureza como o Arrastão Solidário da Limpeza e da Preservação do Meio Ambiente, que ocorreu no fim de abril. O evento, na Praia da Barra, mobilizou 45 voluntários, que recolheram resíduos para serem reciclados. O GLOBO-Barra: Por que você se mudou para o Rio? Francisco da Silva: Eu me mudei em 1987, porque na minha cidade não tinha recursos nem para estudar. E quase todo jovem nordestino quer migrar para o Sudeste. Vi amigos tom...

BIOGRAFIA FRANCISCO SILVA

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Francisco Pereira da Silva, (Francisco Silva) Brasileiro, paraibano, nato, nasceu em 08 de novembro de (1968-) no sítio Serra Alta município de Queimadas, Filho de lavrador e de família humilde, seus pais, Senhor Cassimiro Pereira da Silva e Joana Vicência da Silva. Casado com Maria de Fátima da Silva, natural da cidade Itatuba – PB, pai de Cássio Jóffily. Na década de 70 seu pai migrou para o sítio Cachoeira Grande município de Aroeiras – PB. Francisco com apenas sete anos, passou a estudar no Grupo escolar Francisco de Assis no povoado da Cachoeira. Viveu toda sua infância no interior. Aos 10 anos de idade começou a ajudar seus pais no cultivo da lavoura. Para conseguir alguns trocados ele ia para o estaleiro cortar agave “cizal” e extrair a fibra nas maquinas, arriscando a sua própria vida. Pela falta de oportunidade e a seca que continuava assolando sua região, fez ele inúmeras vezes viajar de caminhão para trabalhar como bóia-fria no corte da cana de açúcar no estado de Per...